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Seja a dona de seu desejo

Seja a dona de seu desejo

Você acabou de ficar solteira ou está há um tempo e se pergunta:

"Devo deixar minha libido quieta e dedicar minhas energias para outros interesses?"

 

Há muitas alternativas: tudo pode. 


Pode usar esta energia e liberdade para procurar um novo amor, pode se divertir com relações e sexo casual, pode descobrir as mil e uma conveniências de um vibrador ou ainda melhor, fugir de absolutamente tudo isso e ficar sem transar um tempo. Ainda assim seremos seres humanos dignos do nosso próprio amor.

Com a falta de regras dos relacionamentos atuais em que as mulheres "têm que" demonstrar-se cool, libidinosa e dona de  sua sexualidade (ou seja, querer fazer sexo como quem faz um café expresso, 3 por dia no mínimo, com quem passar na frente). Esteja ela em Zurique ou Madrid, essa mulher entra no aplicativo do tipo Tinder e o ser do outro lado com quem deu match - seja o novo partido um italiano, belga, argentino, você escolhe - ele não vai demorar a perguntar:


- O que você procura aqui no aplicativo?


Daí, nós ficamos naquele dilema.

Pois se dermos uma resposta subjetiva, o ser pode continuar insistindo:

- mas você quer transar ou não? Você só quer conversar?

- Eu detesto conversar por mensagem. Vamos marcar um encontro na minha casa para vermos Netflix?  

Detalhe, a pessoa nunca te viu. 

 

Tenho amigas que namoraram boa parte da vida e quando ficaram solteiras, tentaram ser "cabeça aberta". Daí, os caras com quem saíam para conhecer melhor faziam pressão para transarem (leia-se, penetração e mais nada).

Uma delas me relatou: "Foi um ano em que me senti estuprada. E pior, eu permitia, e saía chateada comigo, por não ter parado o avanço. Achando que aquilo poderia ser a primeira etapa de uma relação onde o aprofundamento do conhecimento do parceiro começaria na cama, e depois naturalmente poderia virar uma relação de amizade, admiração ou até cumplicidade.”                                                              

Nos encontros ela não sentia que podia negar sexo e nem sugerir um outro programa gostoso, como ir tomar um drink num bar, ir ao parque, almoçar numa lanchonete... Nada além de encontros para triagem pré-sexo. Somente o cara define se é uma relação de sexo casual e isso acontece, obviamente, na data em que ele está com libido.

Já no caso da mulher a recíproca não é verdadeira. Se ela sugere uma conversa para melhor conhecer o cara, ir tomar um café/vinho ou então transar da maneira que ela queira, ele frequentemente não tem tempo.

E o que acaba acontecendo quando a mulher faz sexo com uma pessoa aparentemente interessante? Ela aguenta um pouco de dor pois acha que uma hora pode até ficar bom. Sendo que quando o cara começou a penetração (sim, a grande corrida pela penetração), ela não estava nem lubrificada.

Revoltante!

Lição número um: Nunca, J A M A I S, entre numa piscina sem água.

 

Sério! Eu acho que estamos todos perdidos, homens e mulheres. Quem pode começar o sexo? Quem pode chamar para sair? Quem paga a conta? Você pode falar da vida pessoal ou só trivialidades até o décimo encontro? 

Muitas vezes no dia seguinte minha amiga relatava ficar com raiva de si, se sentir culpada e burra - tudo junto e misturado -  e ainda fisicamente irritada por causa do látex, proporcionando uma abertura para uma candidíase ou infecção urinária.

 

Diante destes fatos, temos duas opções, ou até três:

-  Ficar assexuada, sem focar em sexo e ligar um grande foda-se para a pressão social (e tudo bem, tem grupos de pessoas assexuadas espalhadas pelo mundo, estou segura de que você não seria um Alien na Terra).

Cultivar sua libido com uma pessoa muita poderosa e sexy: você mesma!

Conhecer pessoas novas para trocar ideia, quem sabe sentir tesão, matar tesão e manter-se ocupada com histórias divertidas, esquisitas, novas, aprender mais sobre seus desejos, seu corpo e o do outro.


NUNCA, ever, jamais, deixemos alguém entrar na nossa piscina se ela estiver vazia. Você entendeu? Você é a dona da piscina ;)

Use a sua voz para falar de maneira clara, doce, sexy, lúdica, engraçada, que a sua lubrificação e a sua excitação são mais importantes que a corrida pela penetração, que consiste de sexo mecânico, performático e termina com um orgasmo - a grande meta.

O corpo é seu, o prazer com ele depende de sua assertividade. Por mais bem-intencionada que seja a pessoa que está "brincando" com ele, ela não sabe quando você quer fazer preliminares e/ou quando você já está querendo penetração.

Já pensou que os homens também carregam um medo e uma pressão enorme em relação a ter uma ereção bombástica e duradoura, e muitas vezes quando isso ocorre, eles têm enorme urgência de pular na piscina?

V-LOV adverte: a única pessoa que pode de fato falar sobre o seu corpo e o seu desejo é você mesma.

Quando você se cala e faz algo que não está gostoso, acaba sendo permissiva, lembra?  Informe como e quando você quer ser tocada pel@ seu/sua parceir@.

 

Você pode:

- mudar de ideia e parar o sexo no meio;

- ter prazer em diversas partes do corpo, sem que haja penetração:

costas, coxas, pescoço, dedos, lábios, nuca, pés, barriga, pernas; 

-  ter prazer com sons, palavras, toques leves, toques bruscos;

- falar que algo te machuca;

- sugerir o que você quer fazer e sugerir o que gostaria que o outro fizesse contigo;

- Pedir para @ parceir@ te esperar para gozar;

- Falar sobre o seu orgasmo sem mentir;

- Falar que não gozou e não se desculpar ou explicar por não ter gozado.


O melhor que pode acontecer:

- A outra pessoa pode se sentir feliz por você estar ali sendo sincera e excitada por você estar compartilhando seus desejos reais;

- Você e @ parceir@ podem aprender novas formas de ter prazer;

- Podem tornar o sexo um assunto gostoso e a libido (=tesão) pode ser conversada e exposta na cama, e fora dela;

- Aumentar o respeito e a confiança um pelo outro.

 

O pior que pode acontecer:

- Você ser reprimida por se expressar; e é aqui que a sua ficha irá cair e você vai entender por A + B que está numa relação onde seu desejo e sua dor não são ouvidos;

- Ouvir pedidos insistentes, agressivos ou até supostamente "doces" para você fazer algo que não quer, te brocha, te dá repulsa, te machuca, te faz sentir-se humilhada.


Caso o pior aconteça, procure ajuda imediatamente. 

Olhe este vídeo IMPORTANTÍSSIMO sobre os direitos que você tem sobre o seu corpo. Fonte: ElaDecide.org




Vamos perseguir este estilo de tomada de decisão?

Cintia Klein: Fundadora de V-LOV

Autora

Bem-vindos! Muito prazer.

Venho aqui cheia de energia para melhorar a minha vida, e a sua vida.

Antes disso, tive que resolver uma questão de assédio no trabalho, que me causava enorme sofrimento, e enfim sair do papel de vítima e assumir as rédeas da minha carreira.

Para chegar aqui, precisei reunir muita coragem para me demitir e findar este capítulo.

Saí de cabeça erguida, num dia de avaliação de desempenho. O primeiro feed-back da avaliação era sobre minha participação em uma reunião, que gerou reclamação de um Diretor. Entendi claramente que eu não "podia discutir estratégias com Diretores."

Foi um choque! E a gota d'água. Justamente porque durante um ano eu estava sendo treinada para manifestar mais a minha voz.
O meu mentor, um excelente executivo desta mesma empresa, VP de Marketing da Inglaterra, havia me incentivado a falar mais nas reuniões estratégicas, inclusive, havia me inscrito num curso de Liderança, exatamente para praticar falar em público e em reuniões. Foi duro fazer aula de teatro em inglês, com outros colegas da empresa, e aprender a expor minha voz. E ao mesmo tempo, percebi que a minha voz era digna de respeito e tinha a sua valia.

Naquele dia caiu a ficha: ali, eu não poderia ter voz. A minha experiência, e as minhas entregas durante 3 anos, como responsável pelo marketing da empresa no Brasil não eram relevantes de maneira suficiente, eu teria que me calar ou concordar com as estratégias de alguns poucos executivos - incompetentes para suas atribuições profissionais e desrespeitosos como ser humano.

Assim nasceu a V-LOV, uma nova empresa atuante no mercado de saúde íntima e bem-estar feminino, para que mais mulheres possam obter a escuta nas relações de trabalho e afetivas.

Te convido a aprender mais sobre saúde, bem-estar e cuidado íntimo. Aqui o leitor tem voz, você pode dar a sua opinião. Eu trouxe informações de especialistas em campos complementares, incluindo correntes de pensamento e teorias que podem ser vistos como complementares e até mesmo divergentes em alguns aspectos. Utilize aquela que se aplica mais a você.

A diversidade de crenças é permitida e estimulada, você pode repensar, concordar, discordar, ter dúvidas e até nos questionar. O diálogo é vital para a melhoria de nosso relacionamento. O valor de trabalho na V-LOV é o respeito as opiniões diversas.

Nossa atividade principal é cuidar de você de maneira holística, nossa meta diária é se conectar, pesquisar, selecionar e analisar novos estudos, serviços e produtos para aumentar o seu V-LOV, provendo dicas práticas, materiais educativos e de entretenimento. Uma boa parte deles estará disponível na sua conveniência, com discrição e acesso gratuito. Aproveite!

Abraços,
Cintia Klein