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Visitando o desconhecido

Visitando o desconhecido

Quando cheguei em sua casa ele estava me esperando com um sorriso bem largo e amável, cabelinhos jogados no rosto, olhinhos felizes e vivos.

Aquele ar meio casual, largado, tem o seu charme... A barba escura, por fazer, pés descalços, pele bronzeada. Esse homem (ou teria ele a maturidade de um menino) abriu a porta e já mexeu comigo. Subimos para o apê falando de um tópico leve e descontraído: aventuras inesquecíveis de um verão ainda mais inusitado. Pegar 1 hora e meia de trânsito até a capital já estava valendo à pena.

Ele estava fazendo uma jantinha, tenho que confessar que ver um cara cozinhando para mim, me faz sentir a dona do universo por alguns minutos, eu adoro ser servida pelos homens, sem que eles percebam que sou eu quem estou dominando, claro. Eu observava ele picar o tomate com astúcia. Eu estava toda suada do pilates, não havia tomado banho ainda, percebi que ele estava se amarrando em me ver descabelada... enquanto isso eu planejava ter aquele corpinho um pouco na banheira comigo. Ele por atrás e o chuverinho na frente.


Jantamos e ficamos um pouco no sofá da sala conversando sobre sonhos em comum e loucuras de cada um...  algumas vezes ele tocou "sem querer" o meu lábio tirando o farelo, e se permitindo adentrar na minha área protegida. Ele me chamou para o quarto para mostrar o novo instrumento dele... e ficou bastante quente, subitamente, na opinião dele. E então perguntou se eu estaria de boa que ele tirasse a camisa dele. Só se eu pudesse tirar a minha, eu respondi brincando.

Ele me puxou e fez menção de me despir. Eu abri o cinto dele, revidando aquela atitude ultrajante. Fingi que ia abrir os botões do jeans dele. 

Ele já estava pensando em me dar um beijo, via que ele estava prestes a dar o bote.  O ânimo dele esteva esquentando muito rápido. Por isso, coloquei freio na audácia dele, sou eu quem controlo o meu tempo e ainda não estava a fim de transar, então pedi licença para tomar um bom banho. Eu ainda não sabia se iria poder realizar minha vontade de tê-lo me beijando na nuca enquanto eu estivesse pelada e de costas.  Ele entrou no banheiro subitamente, sem bater e me trouxe a toalha. E ficou ali, me ensinando os segredos das torneiras, sem saber como iria se auto convidar para o meu banho. Então eu comecei a tirar a minha roupa, percebendo aqueles olhos percorrendo meu corpo só de calcinha branca, fio dental (só uso fio dental... gosto de sentir a pressão da calcinha em mim). 


Ele não teve confiança para me dominar, teve frações de segundos para decidir se iria tocar o meu corpo, porém teve medo eu acho, disse que ia me aguardar no quarto, ligar o ar e me esperar.

Tomei minha ducha lentamente e aproveitei para tocar meus seios duros... fiz carinho na minha nuca, na bunda e nos lábios. Quando estava me secando ele apareceu de novo. Entrou no banheiro. Tirou a calça e a cueca, também sabendo que eu o observava. Me chamou pra falar alguma coisa e já me pegou pelo braço, me levando pra dentro do box com ele.

Não sei se o mais gostoso foi sentir ele junto a mim ou sentir o desejo que ele estava de mim... me saboreando, de novo meus seios duros e meus lábios molhados, agora era ele quem tinha o prazer de senti-los, faminto como quem recuperou a confiança no meio da partida.

Eu tentava dominar algum tiquin, mas era em vão... Em dado momento me senti como uma virgem. Sem saber o que fazer, como fazer... Pois é... a descolada expert em sexo, nos mistérios do sexo e no prazer estava recebendo aula... completamente rendida e desarmada. Desisti e me entreguei, as forças que fazia na perna e no assoalho, chegaram ao limite.


Meu corpo começou a estremecer em espasmos. E o que me fez puxar o comando da situação foi o medo de gastar água. Se não, acho que estaria lá até agora.

Fomos pro quarto geladinho, deitamos exaustos e não me lembro como, mas as coisas esquentaram de novo. Tive que pedir pra parar algumas vezes. Ele é novinho e tem bastante energia "no sentido clássico da coisa". Leva um tempo pra tantrizar um ser. E se o sexo fica muito animal ou mecânico eu acabo secando minha fonte. Detesto filme pornô barato.

Quando ele parava para respirarmos, ele me enchia de carinhos pelo corpo, o que me fazia estremecer loucamente em prazeres deliciosos me deixando pronta para dormir.

Mesmo com alguns descompassos dormi feliz.

A. Giuliani

Autora

Ariel é contribuinte de nosso website, contando algumas histórias verídicas e outras um pouco fantasiosas.
Tanto o autor, quanto seus personagens possuem seus nomes modificados, zelando pela privacidades das pessoas envolvidas.