Nenhum produto na sacola.

Procurar
Orgasmo invisível?

Orgasmo invisível?

Vamos dar uma olhada neste vídeo da psiquiatra Maria Homem? Ele nos conta sobre o orgasmo feminino com uma perspectiva interessantíssima: "o orgasmo da mulher é mais invisível que o orgasmo do homem". Eu achei surpreendente a explicação sobre as sensações envolvidas no orgasmo feminino: são "provas" tão variadas que tenho algumas muitas conhecidas que não sabem se já gozaram na vida... o que gera um grande incômodo. 




Segundo um estudo que incluiu 52 mil homens e mulheres com vida sexual ativa e idades entre 18 e 65 anos, realizado pelas universidades de Chapman, Claremont Graduate e Indiana University e publicado no periódico Archives of Sexual Behavior, para maioria das mulheres uma melhor experiência sexual inclui sexo oral, estimulação manual no clitóris e beijos demorados, (qual a novidade aqui?). Ao todo, foram apontados 10 fatores que contribuem para que as mulheres tenham orgasmo com mais frequência. São eles:

 

1.     Receber mais sexo oral do parceiro. Dica: cada mulher gosta de uma intensidade, um toque. Participe do sexo oral se ele não tiver bom. Falar mal com as amigas das habilidades orais não irá resolver todo o seu problema.

2.     Ter uma relação sexual mais demorada. De novo, subjetivo. O que uma mulher acha um sexo curto, outra acha que é uma maratona. Aconselho demonstrar durante o ato se aquilo está gostoso ou se você já esgotou seu prazer, mesmo que não tenha chegado ao orgasmo o sexo pode ser prazeroso. Curto ou longo, você pode sempre melhorar a qualidade interagindo com o parceir@.

3.     Estar satisfeita com o relacionamento.  Se você acha que seus ressentimentos e frustrações estão interferindo no seu desejo e na capacidade de obter prazer, poderia, quem sabe, falar sobre o ressentimento e explicar que ele afeta até sua vontade de transar. Como sexo não é uma forma de troca de favores, tipo: "Você compra aquele anel e eu faço sexo anal depois", "Você coloca o Pedro para dormir e depois nós transamos" também não é algo que você deva fazer sem querer, puramente para cumprir sua “””obrigação matrimonial”””,  sugiro tentar melhorar o relacionamento na raiz do problema.  O sexo vai durar no máximo meia hora, você vai estar ali sem intenção, e o anel novo não vai resolver seu ressentimento com parceiro.

4.     Poder pedir aquilo que deseja na cama para o parceiro. Simples, né? Só que não. Você sabe se masturbar? Que fantasias você tem, conhece elas? Que tal pensar sobre sexo até quando não o estamos fazendo? Vamos pensar mais sobre isso?

Você está se permitindo ter curiosidade sobre o seu corpo, as circunstâncias possíveis. os locais públicos ou privados que te excitam? Você pode ouvir algumas repressões como: “aonde aprendeu isso?”, “isso é coisa de puta/vadia/piranha!”, “você está muito safada/tarada, ninfo, etc.” num tom pejorativo.  A opressão pode partir da ignorância ou mesmo insegurança do seu parceir@. Insista na sua liberdade de ter voz, opinião, desejo e participação ativa no sexo. Se permita estar com alguém que quer muito te ajudar a ter prazer.

5.     Elogiar (e ser elogiada) pelo desempenho na cama. Em estudos sobre a queda de tesão da mulher após anos de casamento, verificou-se que o desejo de transar dela é proporcional ao quanto ela se sente amada e desejada, dentro e fora da cama.

6.     Fazer provocações, como trocar mensagens estimulantes sexualmente. Não é uma tarefa fácil para todo mundo, mas o que te custa tentar? Você pode começar com sutilezas, cultive a sua libido (e a d@ parceir@) fora da cama, não tenha medo de errar!

7.     Usar lingerie sexy. Muitas - não todas - mulheres usam lingerie e imediatamente se sentem mais poderosas, seguras de si, inclusive é a última moda em alguns países o "Luxury Fetish Lifestyle". Exemplo de uma loja em Berlin que oferece este tipo de experiência: https://www.schwarzer-reiter.com/blog/

8.     Tentar novas posições sexuais (incluindo estimulação anal). Pense quantas variações de posições você acaba repetindo por que é cômodo, ou porque você sabe que funciona? Quando você vai ter mais curiosidade sobre sexo? Aos 100 anos?

9.     Realizar fantasias. Última moda em alguns países (se é moda, é porque há um grande público que gosta desta experiência de realizar novas fantasias). Se te interessa, veja que não é nenhuma perversão gostar de fantasias. Há todo um mercado de produtos e serviços para realizá-las.



10.   Expressar carinho durante o sexo.  Claro que tem dias que nós iremos morrer de tesão com uma atitude carinhosa, como a pessoa tirar sua roupa com delicadeza, ou tomar um banho de banheira contigo ouvindo música e conversando antes de mais nada. Assim como ocorre com os homens. Cada dia temos um humor e o outro não pode adivinhar que naquele dia tudo o que você precisa é que ele beije todo o seu corpo, sem pressa e exigência de penetração.

11.     Apresentamos e discutimos as dez dicas reveladas no estudo realizado pelas universidades de Chapman, Claremont Graduate e Indiana University. Você aprendeu algo novo recentemente, sobre sua sexualidade? Nos envie, e se quiser, iremos dividir com todos os usuários, colocando seu nome em sigilo.

Cintia Klein: Fundadora de V-LOV

Autora

Bem-vindos! Muito prazer.

Venho aqui cheia de energia para melhorar a minha vida, e a sua vida.

Antes disso, tive que resolver uma questão de assédio no trabalho, que me causava enorme sofrimento, e enfim sair do papel de vítima e assumir as rédeas da minha carreira.

Para chegar aqui, precisei reunir muita coragem para me demitir e findar este capítulo.

Saí de cabeça erguida, num dia de avaliação de desempenho. O primeiro feed-back da avaliação era sobre minha participação em uma reunião, que gerou reclamação de um Diretor. Entendi claramente que eu não "podia discutir estratégias com Diretores."

Foi um choque! E a gota d'água. Justamente porque durante um ano eu estava sendo treinada para manifestar mais a minha voz.
O meu mentor, um excelente executivo desta mesma empresa, VP de Marketing da Inglaterra, havia me incentivado a falar mais nas reuniões estratégicas, inclusive, havia me inscrito num curso de Liderança, exatamente para praticar falar em público e em reuniões. Foi duro fazer aula de teatro em inglês, com outros colegas da empresa, e aprender a expor minha voz. E ao mesmo tempo, percebi que a minha voz era digna de respeito e tinha a sua valia.

Naquele dia caiu a ficha: ali, eu não poderia ter voz. A minha experiência, e as minhas entregas durante 3 anos, como responsável pelo marketing da empresa no Brasil não eram relevantes de maneira suficiente, eu teria que me calar ou concordar com as estratégias de alguns poucos executivos - incompetentes para suas atribuições profissionais e desrespeitosos como ser humano.

Assim nasceu a V-LOV, uma nova empresa atuante no mercado de saúde íntima e bem-estar feminino, para que mais mulheres possam obter a escuta nas relações de trabalho e afetivas.

Te convido a aprender mais sobre saúde, bem-estar e cuidado íntimo. Aqui o leitor tem voz, você pode dar a sua opinião. Eu trouxe informações de especialistas em campos complementares, incluindo correntes de pensamento e teorias que podem ser vistos como complementares e até mesmo divergentes em alguns aspectos. Utilize aquela que se aplica mais a você.

A diversidade de crenças é permitida e estimulada, você pode repensar, concordar, discordar, ter dúvidas e até nos questionar. O diálogo é vital para a melhoria de nosso relacionamento. O valor de trabalho na V-LOV é o respeito as opiniões diversas.

Nossa atividade principal é cuidar de você de maneira holística, nossa meta diária é se conectar, pesquisar, selecionar e analisar novos estudos, serviços e produtos para aumentar o seu V-LOV, provendo dicas práticas, materiais educativos e de entretenimento. Uma boa parte deles estará disponível na sua conveniência, com discrição e acesso gratuito. Aproveite!

Abraços,
Cintia Klein